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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Desencarnação e Perispírito: Transplantes


Os transplantes de órgãos são, hoje, uma realidade indiscutível. Os diversos avanços na terapêutica médica têm permitido o prolongamento da vida física em pessoas portadoras de moléstias gravíssimas, graças ao transplante de órgãos vitais.

Muitas questões de natureza espiritual têm sido levantadas.

A presença de um órgão estranho junto ao perispírito do receptor não deveria gerar implicações negativas para ele, como a rejeição, por exemplo? Qual seria a situação daqueles Espíritos que tiveram seus órgãos doados? A retirada do órgão, estando o Espírito ligado ao corpo físico não iria lesar o seu corpo espiritual?

A Rejeição e o Perispírito do doador

A rejeição do órgão transplantado, condição verificada com relativa freqüência, se deve, 
sob o ponto de vista espírita, a vários fatores:

Rejeição em nível físico
As células do doador são incompatíveis com a organização física do receptor. Essa incompatibilidade fará com que o sistema imunológico do doador desencadeie uma reação de defesa, através da produção de anticorpos dirigidos contra o órgãos estranho.

Rejeição em nível do fluido vital
O órgão transplantado vai impregnado de fluido vital do doador e caso não haja entre ele e o fluido vital do receptor uma certa afinidade poderá observar-se uma rejeição.

Rejeição em nível perispiritual
Os órgãos transplantados estarão também impregnados dos fluidos perispirituais do doador que poderão não ter afinidade vibratória com as energias perispirituais do receptor.

Rejeição em conseqüência de possível influência obsessiva do doador
Essa influência poderia ser consciente quando motivada por ódio, ciúme ou qualquer outro sentimento menos digno, ou inconsciente naqueles Espíritos que, sendo excessivamente apegados à matéria, mantém-se junto ao campo magnético do encarnado. Vale lembrar que, também nesses processos obsessivos seria respeitada a lei das sintonias.
No que se refere a possíveis lesões perispirituais no doador, sabe-se que não há reflexos traumatizantes no perispírito do doador.

O que lesa o perispírito são as atitudes incorretas perpetradas pelo indivíduo e não o que é feito a ele ou a seu corpo por outras pessoas.

André Luiz [Evolução em Dois Mundos] diz:
“Para definirmos de alguma sorte, o corpo espiritual, é preciso considerar que ele não é reflexo do corpo físico, porque na realidade, é o corpo físico que reflete, tanto quanto ele próprio o corpo espiritual, retrata em si o corpo mental que lhe preside a formação.”

A integridade do perispírito após a morte está relacionada intimamente com a vida que o indivíduo levou e não com o tipo de morte que teve, com a destinação de seus despojos. Acredita-se também, que o doador desencarnado, em muitas oportunidades, possa ser beneficiado pelas preces, vibrações e pelo carinho daquele que recebeu o órgão e de seus familiares.

Fonte: bvespirita.com

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“Os guerreiros se preparam para serem conscientes, e a total consciência vem a eles somente quando não há mais nenhuma auto-importância restando neles. Somente quando eles são nada é que eles se tornam tudo.” Carlos Castaneda